Sem citar nomes, Geddel faz analogia com o personagem principal do romance O Bobo, de Alexandre Herculano. Dom Bibas, é o bobo da corte do castelo de Guimarães, menosprezado por todos, principalmente por Fernando Peres, a quem recusou ser escravo e a quem dirige a maioria de suas graças e piadas. Nesse personagem, o autor explora um aspecto que traz para a obra algo que diferencia dos demais: o uso da ironia.
Ao jornal, Gabrielli rebateu os disparos feitos pelo peemedebista à ponte Salvador/Itaparica. “Ele considera o projeto eleitoreiro, mas ao mesmo tempo reconhece que os estudos a serem realizados neste ano pode transformá-lo numa ação que pretende incorporar, caso eleito. Portanto, falar que o projeto é eleitoreiro é uma ação eleitoreira do pré-candidato”, disse Gabrielli.
Já o presidente do PT da Bahia, colocou que Geddel incorre no erro de 2010, quando foi derrotado ao ir de encontro à aliança nacional do PT-PMDB. “Ele está contra seu partido que vem construindo pontes com a gestão da presidente Dilma. Não entendeu que a eleição estadual está subordinada à reeleição de Dilma e assume novamente uma tática suicida”, colocou. Jonas Paulo fez questão de ressaltar que Geddel é tolerado na administração federal devido à “generosidade” do PT com seu “grande parceiro, o PMDB”.
Bocão News



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